De Marau para o mundo: Metasa fornece estruturas da maior caldeira de recuperação do planeta
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Empresa gaúcha de 50 anos fornece mais de 15,5 mil toneladas de estruturas metálicas para o Projeto Arauco Sucuriú, no Mato Grosso do Sul. O empreendimento será a maior fábrica de celulose do mundo.
Do interior do Rio Grande do Sul, mais precisamente de Marau, saem estruturas metálicas que carregam um peso histórico. Com cinco décadas de atuação no ramo de estruturas metálicas para grandes obras, a Metasa assumiu um dos maiores desafios de sua trajetória: a construção da maior caldeira de recuperação do mundo, destinada ao Projeto Arauco Sucuriú, em Inocência (MS), para os clientes Valmet.
O empreendimento da Arauco, após a conclusão, será a maior fábrica de celulose do mundo. A unidade terá capacidade de produzir 3,5 milhões de toneladas de celulose de fibra curta por ano, com previsão de início das operações até o final de 2027. O projeto representa um investimento de US$ 4,6 bilhões (cerca de R$ 25 bilhões) e está instalado em uma planta industrial de 3.500 hectares.
A montagem da caldeira de recuperação teve início em setembro de 2025, com aproximadamente 11 mil toneladas de estruturas metálicas fornecidas pela Metasa. Até o final da obra, a empresa terá entregue mais de 15,5 mil toneladas de estruturas metálicas para o projeto. O Diretor Comercial, Felipe Roso conta que “a participação neste projeto abrange não somente a Caldeira de Recuperação, mas a Caldeira de Força, Linha de Fibras, Linha de Secagem e Pátio de Madeiras. Foram mais de mil toneladas produzidas por mês para entregar a nossa participação nessa obra, o que é um grande motivo de orgulho.”
Para a CEO da Metasa, Cristhine Fuga Roso, participar do Projeto Arauco Sucuriú é motivo de orgulho para toda a companhia:
"Estamos falando de um projeto de grande relevância, que exige excelência, capacidade técnica e, principalmente, o compromisso de entregar estruturas que contribuam para o sucesso de uma operação dessa dimensão. Para nós, cada projeto representa uma oportunidade de colocar em prática aquilo que faz parte do DNA da Metasa: engenharia, qualidade, segurança e pessoas trabalhando juntas para transformar grandes desafios em resultados."
O prédio da caldeira terá aproximadamente 100 metros de altura e abrigará o que será referência global em inovação, tecnologia e sustentabilidade. Para uma obra desse porte, a Metasa produziu Top Beams (vigas principais localizadas no topo da estrutura) com cerca de 204 toneladas em sua matriz, em Marau, e enviou as peças para a segunda unidade, em Charqueadas (RS), onde ocorreu a montagem das estruturas e o envio ao canteiro de obras em Mato Grosso do Sul.
Com o projeto, a Metasa reafirma sua liderança no segmento de estruturas metálicas e reforça seu compromisso com a qualidade, a confiança de seus clientes e o desenvolvimento do Brasil.